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Diretor Fundador: João Ruivo Diretor: João Carrega Ano: XXIII

Novo livro de José Hernandéz Díaz, catedrático da Universidade de Salamanca Ensayos mínimos sobre la universidad deseada 26-04-2021

“Ensayos mínimos sobre la universidad deseada” é o novo livro de José Hernadéz Díaz, professor catedrático da Universidade de Salamanca, uma das mais antigas do mundo e que em 2018 assinalou os seus 800 anos.
Com 352 páginas, o livro tem a chancela da RVJ Editores e apresenta um conjunto de artigos que o investigador, antigo vice-reitor da Universidade de Salamanca, tem publicado, ao longo dos últimos 13 anos, no Ensino Magazine.
O livro “Ensayos mínimos sobre la universidad deseada” resulta dessa “apurada colaboração, onde a universidade e a academia são pensadas de forma aberta, opinativa, rigorosa, em crónicas que nos obrigam a refletir e a pensar. De crónicas que os leitores do Ensino Magazine leem e analisam, e que contribuem, pela sua qualidade e pertinência, para o enriquecimento da nossa missão enquanto revista dedicada à educação, cultura e juventude”, explica João Carrega, editor da obra e diretor do Ensino Magazine.
“Este modelo de publicación en formato libro, que recopila textos generalmente breves sobre la universidad, cuenta entre sus cultivadores en España con auténticas personalidades del pensamiento, la universidad y la educación contemporáneas, tal como recogemos en las cualificadas referencias bibliográficas que anotamos al final del libro”, explica o autor na sua nota introdutória, onde explica que são 101 artigos compilados.
João Ruivo, autor do prefácio e diretor fundador do Ensino Magazine, destaca o pensamento de José María Hernández Días. “Sou dos que acreditam que nos ajudou e iluminou na construção, do que há décadas ainda era apenas um sonho, o sonho de pensar escolas e universidades que promovessem a igualdade de oportunidades e atenuassem as desigualdades sociais, o que viria a revelar-se como uma das grandes motivações para a ação dos professores durante as últimas décadas do século XX e, sobretudo, nestas primeiras duas do século XXI”.
No entender de João Ruivo, “é esta postura que não invalida que, mesmo os mais céticos, não reconheçam que as democracias europeias estão longe de poder inventar uma outra instituição pública capaz de corresponder, com tanta eficácia, às demandas sociais, quanto o fazem, ainda hoje, as escolas e universidades públicas que nasceram e se desenvolveram no seio das democracias europeias”.
O autor do prefácio realça ainda que “neste especial contexto conjuntural de uma inesperada pandemia a necessidade que todos nós, profissionais de entrega académica, sentimos de poder contar com vozes lúcidas, como a de José María Hernández Días, que mantenham a chama desta colaboração desejada e assumida, para que nos ajude a reerguer a bandeira da esperança, na crença de um futuro melhor e mais solidário”.

 
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