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Diretor Fundador: João Ruivo Diretor: João Carrega Ano: XXIII

O Pequeno Polegar vai à Escola

Houve um tempo em que o dedo polegar foi abusivamente utilizado para pedir “boleia” na estrada por esse mundo fora. Foi um gesto que se transformaria num dos símbolos dos anos 60 do século passado e das grandes aventuras adolescentes do flower power, e que à época ajudou a transportar toda uma geração para destinos de sonho e de utopia.

Chegou a hora de formar mais docentes

Os professores que resistem e recusam perder a sua profissionalidade, aqueles que estão presentes e aceitam os novos desafios, são muitas vezes olhados como heróis sociais pelo modo como enfrentam o embate das mudanças, das pressões e das críticas injustas, por vezes acumuladas por mais de uma geração.

A pandemia e a escola pública

Temos reafirmado, inúmeras vezes, que Escola Pública é, talvez, a maior conquista educacional da sociedade portuguesa das últimas quatro décadas. Diríamos melhor: a edificação da Escola Pública, em paralelo com a consolidação do Serviço Nacional de Saúde.

Onde está o futuro da Escola?

Está nos jovens, nas crianças e nos pais que todos os dias a procuram; na população adulta que quer saber mais; nos desajustados que desejam ser reconvertidos; nos arrependidos que cobiçam reiniciar um novo ciclo da sua vida; nos que não tiveram oportunidade (porque a vida também sabe ser madrasta) e agora buscam o alimento do sucesso; na sociedade e no Estado que já não sabem (e não podem…) viver sem ela e, sobretudo, pressente-se nos professores e educadores que são a alma, o sal e o sangue de que se faz todos os dias essa grande construção colectiva.

Contradições do discurso pedagógico

A generalidade dos responsáveis pela educação nos países da Comunidade Europeia convergem na crítica a um certo tipo de escola que consideram demasiado racional, super especializada, impregnada de rotinas obsoletas e de estereótipos administrativos.

O professor e o poder da varinha mágica

Ser professor acarreta uma profunda carga de utopia e de imaginário. Com o lento passar do tempo e da memória colectiva, gerações após gerações ajudaram a elaborar a imagem social de uma profissão de dádiva absoluta e incontestável entrega.

E há violência na escola?

Não vale a pena fingir. Sempre houve bullying na escola! Todos guardamos memória disso. Na escola e no emprego, na família e no desporto, nos quartéis e nas igrejas, nos partidos e, até, nos mais insuspeitos grupos de amigos… Sempre o houve, onde e quando se agregaram pessoas e se formaram grupos onde coexistem fortes e fracos, chefes e chefiados, agressores e vitimados, ou seja, sempre e quando se desenvolveram relações de desigualdade na partilha do poder.