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Eleições no IPCB António Fernandes recandidata-se

18-03-2022

António Fernandes apresentou a sua recandidatura ao cargo de presidente do Politécnico e considera que o seu “programa de ação é viável quer no contexto de reorganização e de novos estatutos, quer com o modelo atual”.
Aquele responsável recordou, durante a sessão de apresentação da sua candidatura, no passado dia 2 de março, no auditório da Escola Superior de Tecnologia, que o “Conselho Geral tomou a decisão de solicitar uma reunião com o novo ministro para perceber qual é a sua visão”, disse, para depois assegurar a viabilidade do seu programa para uma ou outra situação.
Sem apresentar o seu plano de ação e programa, por entender que devem ser os “conselheiros os primeiros a receberem o documento”, António Fernandes enumerou cinco compromissos, a saber: Especialização e diversificação da oferta formativa; Consolidação e valorização da investigação; Reforço da cooperação internacional; Sustentabilidade organizacional; e Melhoria das infraestruturas”.
Perante alunos, docentes e funcionários, abordou ainda algumas apostas que considera importantes, como o ensino formação (mais alunos na instituição; procura de novos públicos e criação de novas licenciaturas em áreas em que hoje o IPCB tem mais procura); a implementação de um sistema de contabilidade analítica; criar um campus mais saudável – com a requalificação do campus da Talagueira e construção de uma nova residência de estudantes; ou a criação de uma incubadora física no IPCB para acolher Spin-off’s da instituição.
Nesta apresentação aproveitou para fazer um pequeno balanço dos últimos quatro anos, destacando, entre outros aspetos, “o aumento do número de alunos da instituição; os concursos abertos para progressão na carreira e para professores coordenadores, a renovação do CEDER; o reforço na internacionalização; o sucesso escolar que aumentou 8% e a redução do abandono escolar” ou o facto da instituição “ter as contas em ordem”.
De referir que estes quatro anos ficaram ainda marcados pela proposta de reorganização do IPCB (em vez das atuais seis escolas ficariam quatro) e pela elaboração dos novos estatutos, propostos e aprovados em Conselho Geral, mas que não tiveram o acolhimento do ministro da Ciência e Ensino Superior, Manuel Heitor, nem da Direção Geral de Ensino Superior que em despacho remeteu “à consideração do Senhor Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior a proposta de não serem autorizadas a criação e extinção de unidades orgânicas nos termos propostos pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco”.

 
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