Este website utiliza cookies que facilitam a navegação, o registo e a recolha de dados estatísticos.
A informação armazenada nos cookies é utilizada exclusivamente pelo nosso website. Ao navegar com os cookies ativos consente a sua utilização.

Diretor Fundador: João Ruivo Diretor: João Carrega Ano: XXIII

Prémio Guardado Moreira A violência nos idosos 21-06-2021

Maria João Carvalho foi a vencedora da primeira edição do prémio “Prémio José Guardado Moreira”, referente aos anos de 2019 e 2020. A entrega da distinção, que consistiu numa publicação de um livro, decorreu, no passado dia 25 de maio, numa cerimónia realizada no auditório da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB).
O prémio tem como objetivo “premiar o melhor trabalho de mestrado na área social (Trabalho de Projeto ou Estágio de Natureza Profissional com Relatório Final/ Dissertação), desenvolvido pelos alunos da Escola Superior de Educação, estimular a inovação e a criação de conhecimento que contribua para o aprofundamento e consolidação desta área de investigação e proceder à divulgação de trabalhos de elevada qualidade”, conforme revelou ao nosso jornal o IPCB.
A cerimónia decorreu, no âmbito, do VIII Seminário do Mestrado em Gerontologia Social, promovido por aquela escola, tendo contado com as presenças de António Fernandes, presidente do IPCB; Antonino Dias, Bispo da Diocese de Portalegre - Castelo Branco; Elicídio Bilé, presidente da Cáritas Diocesana de Portalegre – Castelo Branco; Rita Valadas, presidente da Cáritas Portuguesa e António Raposo, coordenador da Editorial Cáritas.
O trabalho premiado “Representações sociais de género e violência em contexto familiar: um estudo com mulheres idosas de meio rural no concelho de Castelo Branco”, foi desenvolvido no âmbito do Mestrado em Gerontologia Social, sob orientação das docentes da ESE Maria João Guardado Moreira e Clotilde Agostinho.
“O estudo, escolhido por unanimidade pelo júri, teve como objetivos conhecer as representações sociais de género que se encontram subjacentes à perpetuação dos comportamentos violentos para com as mulheres que vivem em meio rural e perceber em que medida estas representações têm contribuído para a aceitação e perpetuação de comportamentos abusivos nas comunidades rurais”, explica o IPCB.

 
Voltar