Portugal precisa de recrutar 39 mil professores até ao ano letivo 2034-35, e 20 mil docentes até ao ano 20229/30. Os números foram divulgados pelo relatório anual Education at a Glance 2026, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
As escolas estão à procura de professores para preencher 664 horários, disse, no dia 29 de setembro, o ministro da Educação, explicando que o problema é a escassez de docentes estar concentrada sobretudo na região de Lisboa e afetar o 1.º ciclo.
A PSP registou 4.075 ocorrências no último ano letivo, representando um aumento de 4,6% em relação ao ano letivo anterior, com a maioria dos ilícitos a ocorrer no interior das escolas, revela aquela polícia a 29 de setembro.
Os professores portugueses são os mais insatisfeitos com os salários quando comparados com colegas dos outros países da OCDE, segundo a nova edição do “Education at a Glance 2026”.
A maioria dos jovens que não consegue concluir o ensino secundário em, pelo menos, cinco anos acaba por desistir dos estudos, segundo um relatório divulgado no dia 29 de setembro que destaca, ainda assim, o progresso de Portugal na escolaridade obrigatória.
Os diretores escolares pediram, no dia 29 de setembro, mais técnicos especializados e mais participação das famílias para travar o aumento dos crimes nas escolas, que dizem ser reflexo de uma sociedade cada vez mais agressiva e menos tolerante.
O Ministério da Educação, ciência e Inovação (MECI) está já a preparar uma revisão curricular para o ensino básico. "Sabemos que, como está, o currículo não serve os desígnios dos nossos alunos", refere o ministro da tutela, Fernando Alexandre.
O Presidente da República considera que "há muito caminho a recuperar" na educação em Portugal, referindo os resultados do PISA e alertando para as desigualdades socioeconómicas, e defendeu a valorização do papel dos professores.
A Federação Nacional da Educação (FNE) acaba de enviar ao Governo uma proposta para a criação de um estatuto de apoio à deslocação, que substitua os atuais apoios extraordinários, introduzindo também um novo subsídio para habitação.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação acaba de anunciar o lançamento este mês de uma investigação europeia sobre o “sucesso educativo para todos”, que tem como uma das 11 instituições parceiras a Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC).
O presidente do Júri Nacional de Exames esclareceu, dia 22 de setembro, em comissão parlamentar de Educação e Ciência, na Assembleia da República, que o projeto-piloto permitiu identificar dificuldades operacionais na digitalização dos exames nacionais, mas não revelou falhas na leitura dos códigos QR que viriam a dificultar a classificação na 1.ª fase.
O professor catedrático Carlos Neto defende que as crianças deveriam passar as primeiras semanas de aulas a brincar e lamenta o estado dos recreios, defendendo a criação de um Plano Nacional de Reabilitação dos Espaços Escolares.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação vai juntar, no ano letivo 2027/28, através de um projeto piloto, os 1.º e 2.º ciclos do ensino básico. Parceiros educativos já se manifestaram.
A maioria dos alunos inscritos no primeiro dia da época especial dos exames do ensino secundário faltou à prova, segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação.
Os professores que adiem a aposentação para continuar a ensinar terão uma remuneração extra de 750 euros mensais, mas apenas se não houver docentes que possam garantir essas aulas, segundo o diploma agora publicado.
Dois em cada três crianças e jovens portugueses não concordam com a proibição de levar telemóveis para a escola ou esperam que essa regra não venha a ser aplicada, segundo o relatório da EU Kids Online 2025, a que a Lusa teve acesso.
O Presidente da República, António José Seguro, promulgou, no passado dia 28 de agosto, o diploma que alarga até ao 9.º ano a proibição do uso de ‘smartphones’ nas escolas.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.