O Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) passou a designar-se oficialmente Universidade Politécnica de Coimbra (UPC) a partir de agosto, ao abrigo da Lei n.º 32/2026, que altera o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES) para consagrar a nova denominação às instituições politécnicas com acreditação sem condições atribuída pela A3ES.
Cândida Malça, agora reitora da UPC, em nota enviada ao Ensino Magazine, salienta que “a mudança vem reforçar aquilo que sempre distinguiu o IPC, uma formação de qualidade com uma forte componente prática, focada na investigação aplicada e na prestação de serviços, em estreita articulação com o tecido empresarial”, assegurando a manutenção da identidade institucional e da designação das suas unidades orgânicas de ensino, integradas na rede europeia UNIgreen.
Paralelamente à transição jurídica, a instituição reforça o alojamento estudantil no próximo ano letivo através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), disponibilizando 500 novas camas em duas residências recém-construídas que se somam às 360 camas já requalificadas, num investimento global de 25 milhões de euros destinado a mitigar a pressão habitacional sobre os estudantes.
“Este reforço da capacidade de alojamento representa um marco importante para a instituição, numa altura particularmente exigente para o país em matéria de habitação e, por consequência, para o orçamento das famílias com estudantes no ensino superior”, sublinha a instituição.
Cândida Malça considera que “esta aposta reafirma o nosso compromisso em garantir que os estudantes que escolherem a Universidade Politécnica de Coimbra para a sua formação superior têm ao seu alcance todas as condições necessárias para prosseguir o seu percurso académico com sucesso”.