O Instituto Politécnico de Beja converteu-se na Universidade Politécnica de Beja (UPBeja) a 1 de agosto, tendo o presidente Aldo Passarinho afirmado que tal significa “o reconhecimento de um caminho feito com qualidade, exigência e impacto. Mas, acima de tudo, é um convite a pensar mais longe e a fazer mais”, frisando ainda que a instituição inicia este novo ciclo sem perder a proximidade às pessoas e o foco no desenvolvimento do Alentejo.
A instituição inicia agora um período transitório de adaptação estatutária e integração dos novos normativos legais, convidando a comunidade académica a participar na consolidação do projeto educativo da nova universidade politécnica.
“Entramos numa nova etapa sem perder aquilo que nos distingue: a proximidade às pessoas, a valorização do conhecimento aplicado e o compromisso com o desenvolvimento do Alentejo e do país. A transformação começa agora e queremos que toda a comunidade faça parte desta construção coletiva”, frisou o dirigente, citado no comunicado.
De acordo com a UPBeja, a nova universidade politécnica irá reafirmar o “compromisso com a qualificação de alto nível dos estudantes e o desenvolvimento da região em que se insere, ao abrigo de um quadro jurídico que se propõe valorizar a maturidade e a qualidade do ensino politécnico em Portugal”.
A instituição frisou ainda que irá passar, “necessariamente, por um período transitório, de adaptação ao novo regime e de concretização da transformação em toda a sua extensão, continuado e integrado”.
Será um processo “que mudará inevitavelmente o rumo do IPBeja”, lê-se no comunicado.
Fundado em 1979, o IPBeja conta com quatro escolas superiores (Agrária, de Educação, de Tecnologia e Gestão, e de Saúde), disponibilizando cursos técnicos superiores profissionais, licenciaturas, pós-graduações, mestrados e, mais recentemente, um doutoramento.
A instituição tem cerca de 3500 estudantes, 200 docentes e 120 elementos de apoio.