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Atualidade Taxa de escolaridade no ensino superior cresce 45,5% na população com 30-34 anos

13-08-2021

A taxa de escolaridade do ensino superior da população residente entre os 30 e os 34 anos atingiu 45,5% no 2º trimestre de 2021. Os dados foram anunciados ao Ensino Magazine pelo Ministério do Ensino Superior e reforçam "a tendência crescente dos últimos anos, e mantendo-se acima da meta europeia de 40% assumida no âmbito da Estratégia Europa 2020".

De acordo com o Ministério, os "dados apurados no último trimestre correspondem a uma evolução de 15,3 pontos percentuais em relação ao 2º trimestre de 2015, correspondente a um aumento de 60 mil indivíduos entre os 30 e os 34 com ensino superior concluído".

Adicionalmente, refere a tutela, "a população ativa com ensino superior supera 1.7 milhões de pessoas no 2º trimestre de 2021, representando um aumento de 39% em relação a 2015 (mais 450 mil indivíduos face ao 2º trimestre de 2015)".

Na nota enviada à nossa redação, o Ministério adianta que "este resultado confirma o claro reforço da qualificação da população residente em Portugal nos últimos anos em consonância com os mais recentes dados de diplomados e em  associação com a prioridade política conferida ao alargamento efetivo da base social de apoio ao conhecimento e ao ensino superior".

Diz o mesmo documento, que "em 2019/20, Portugal registou um novo máximo histórico no número de diplomados, com os estabelecimentos de ensino superior a emitirem 85.799 diplomas, mais 4.661 do que no ano letivo anterior. Este crescimento de 6% face ao ano anterior representa o quarto crescimento anual consecutivo e a taxa de crescimento anual mais elevada desde 2006/07".

Para a tutela estes resultados demonstram uma "democratização do acesso ao ensino superior" e estão relacionados um conjunto de factores, dos quais se destacam "os contratos de legislatura, em 2016 e 2019, que possibilitaram aumentar o apoio o continuado às instituições de ensino superior, estimulando uma crescente relação de confiança com os cidadãos e a sociedade; o reforço da diversificação e especialização de diferentes perfis de oferta de ensino superior, designadamente através da valorização social do ensino politécnico, designadamente através de formações curtas iniciais (Cursos tecnológicos profissionais - CTeSP), em articulação com a formação inicial tradicional (licenciaturas e mestrados), assim como ao estímulo à coesão territorial através do conhecimento; a adequação anual e gradual das regras de acesso ao ensino superior, com reforço de concursos especiais de acesso; o reforço da cultura científica da população, incluindo o reforço continuado ao programa Ciência Viva e às suas redes de centros, escolas e clubes em escolas de todo o País; ou a "redução efetiva da despesa das famílias com o ensino superior através da diminuição, desde 2019, do limite máximo do valor das propinas do ensino superior público em cerca de 20%".

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